AO SÉTIMO DIA


“Assim, essa ciência que devia ensinar-me tudo, acaba na hipótese, essa lucidez cai na metáfora, essa incerteza resolve-se em obra de arte.” (Albert Camus, 1942). No livro de Génesis está escrito que paisagens, seres vivos, dia e noite, elementos da natureza e do pensamento, são apresentados ao sétimo dia, quando Deus descansou depois do primordial ato de criação.  Ao sétimo dia, reúne-se num estado sólido e imaterial, um novo génesis. Uma junção de possíveis origens, significados e dúvidas, onde pela relação dos domínios díspares da Ciência e da Religião, refletimos sobre a Origem do Mundo. Este ensaio visual que orienta o nosso olhar para algo concreto, deixa espaço para a expansão do pensamento. 
 
“So, science, that was to teach me everything, ends up in a hypothesis, lucidity falls into metaphor, uncertainty is resolved in a work of art.” (Albert Camus, 1942).  It is written in the book of Genesis that landscapes, living beings, day and night, elements of nature and thought, are presented in the seventh day, when God rested after the process of creation ended. On the seventh day, a new genesis arises, bringing immaterial and solid matter together. Through a junction of possible origins, meanings and doubts, the relation between Science and Religion, allows us to reflect upon the Origin of the World. This visual essay guides our gaze to something concrete, but, at the same time, leaves room to reflection.